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Venezuela: Cavefar descarta escassez de medicamentos
  • 07 de julho de 2026

Venezuela: Cavefar descarta escassez de medicamentos

Apesar dos graves danos materiais causados pelos recentes terremotos no litoral central, o canal logístico tradicional está respondendo de forma eficiente para entregar suprimentos médicos às áreas afetadas.

A presidente da Câmara Venezuelana de Farmácia (Cavefar), Alicia Pinedo, afirmou que o setor farmacêutico nacional não está enfrentando escassez de medicamentos. A representante do setor assegurou que o mercado possui um sólido sistema de certificação de produtos e uma excelente rede de distribuição que garante o abastecimento. Apesar dos graves danos materiais causados ​​pelos recentes terremotos no litoral central, o canal logístico tradicional está respondendo de forma eficiente para entregar suprimentos médicos às áreas afetadas.

Pinedo explicou que as empresas mantêm esse modelo de comercialização há muitos anos em todo o país. Os estoques privados permitem que elas atendam à situação atual no litoral central. Lá, a infraestrutura comercial sofreu o impacto direto dos terremotos, que destruíram inúmeros negócios. No entanto, as entregas regulares evitam a escassez de tratamentos essenciais em unidades de saúde e comunidades vulneráveis.

Reativação de Comércios e Empresas Afetadas em La Guaira

Em entrevista à Rádio Unión, o porta-voz explicou que as farmácias em La Guaira iniciaram um processo gradual de reativação. Pinedo enfatizou que os farmacêuticos de plantão têm a capacidade legal e técnica para sugerir alternativas terapêuticas com a mesma finalidade em caso de qualquer falta específica. A associação está trabalhando com as autoridades ministeriais para certificar a qualidade dos medicamentos distribuídos, mantendo comunicação constante para agilizar as autorizações sanitárias necessárias durante a emergência.

O presidente da Cavefar apresentou um relatório detalhado sobre a situação dos comércios no estado de La Guaira. A associação informa que 13 farmácias estão completamente inoperantes, entre 20 e 23 estabelecimentos apresentam danos estruturais moderados e apenas seis farmácias permanecem abertas ao público regularmente.