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EUA reduzem seis vacinas infantis, gerando alarme entre pediatras e especialistas em saúde
  • 13 de agosto de 2026

EUA reduzem seis vacinas infantis, gerando alarme entre pediatras e especialistas em saúde

Os Estados Unidos reduziram o número de vacinas recomendadas para todas as crianças de 17 para 11, removendo as imunizações contra gripe, rotavírus, hepatite A e B, alguns tipos de meningite e VSR.

Os Estados Unidos fizeram uma mudança histórica em seu calendário de vacinação infantil, reduzindo o número de vacinas geralmente recomendadas para todas as crianças de 17 para 11. A medida, defendida pelo Secretário de Saúde Robert F. Kennedy Jr. e solicitada pelo Presidente Donald Trump, elimina a recomendação universal de vacinas contra gripe, rotavírus, hepatite A e B, alguns tipos de meningite e VSR.

Essas vacinas continuarão disponíveis, mas serão recomendadas apenas para grupos de alto risco ou por meio de decisão compartilhada entre médicos e famílias.

O governo argumenta que a mudança visa aumentar a confiança pública e alinhar os EUA a outros países desenvolvidos, como a Dinamarca, que recomendam menos vacinas. No entanto, as principais associações médicas e pediátricas reagiram com alarme, considerando a decisão injustificada, arriscada e potencialmente prejudicial à saúde das crianças. Elas temem que isso gere confusão entre os pais, reduza ainda mais as taxas de vacinação, que já estão em declínio, e aumente os casos de doenças evitáveis, como sarampo e coqueluche.

Especialistas insistem que não há evidências científicas que justifiquem esse corte e que a saúde e a vida das crianças estão em risco.