Notícias

  • Início /
  • Notícias /
  • Estima-se que um em cada dez adultos sofra de apneia obstrutiva do sono
Estima-se que um em cada dez adultos sofra de apneia obstrutiva do sono
  • 18 de dezembro de 2025

Estima-se que um em cada dez adultos sofra de apneia obstrutiva do sono

O ronco pode parecer inofensivo, apenas um incômodo noturno, mas, na realidade, muitas vezes é um sinal claro de um problema de saúde sério: apneia obstrutiva do sono (AOS).

Essa condição, quando não tratada, pode ter graves consequências para a saúde. Ela afeta não apenas o paciente, mas também seu entorno imediato.

Os sintomas geralmente incluem ronco alto, pausas na respiração durante o sono, sonolência diurna, irritabilidade e dificuldade de concentração. No México, estima-se que um em cada dez adultos sofra de AOS.

Sandra Mora, Líder de Inovação Clínica da ResMed, afirmou: “A AOS é um distúrbio no qual a respiração para e recomeça repetidamente durante a noite. Isso ocorre porque as paredes da garganta relaxam e colapsam momentaneamente, interrompendo o fluxo de ar, o que causa microdespertares constantes que o paciente muitas vezes não se lembra no dia seguinte.”

Uma vez confirmado o diagnóstico, um dos tratamentos mais eficazes para a apneia obstrutiva do sono (AOS) é o uso do CPAP (pressão positiva contínua nas vias aéreas). Trata-se de um dispositivo CPAP que mantém as vias aéreas abertas, fornecendo pressão de ar constante e permitindo um sono contínuo e reparador.

Este dispositivo, combinado com uma máscara nasal ou oronasal, dependendo da opção mais adequada para cada paciente, previne as pausas respiratórias que causam dessaturação de oxigênio. A longo prazo, esses episódios repetidos e não tratados podem afetar o coração, o cérebro, o metabolismo e o humor do paciente. Segundo Mora, “o uso do CPAP, como o AirSense 11, ajuda o paciente a notar uma melhora significativa, mais energia durante o dia, melhor qualidade do sono, redução ou desaparecimento do ronco e menos sonolência diurna, além de, a longo prazo, prevenir ou controlar a hipertensão arterial, diminuir o risco de acidente vascular cerebral e melhorar a memória e outras funções cognitivas”.