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Lilly e o Instituto Nacional de Neurologia e Neurocirurgia do México assinam acordo de colaboração
  • 16 de dezembro de 2025

Lilly e o Instituto Nacional de Neurologia e Neurocirurgia do México assinam acordo de colaboração

No México, a prevalência da doença de Alzheimer em pessoas com 60 anos ou mais é de 7,8%, e até 2050, 3,5 milhões de mexicanos poderão estar vivendo com Alzheimer.

Em todo o mundo, aproximadamente 40 milhões de pessoas vivem com a doença de Alzheimer. No México, a prevalência da doença em pessoas com 60 anos ou mais é de 7,8%. De acordo com dados do INEGI (Instituto Nacional de Estatística e Geografia), em 2020, 15,1 milhões de pessoas residiam nessa faixa etária, o que nos permite estimar que hoje, 1,18 milhão de mexicanos vivem com essa doença; esse número poderá triplicar até 2050.


Nesse contexto, o Instituto Nacional de Neurologia e Neurocirurgia (INNN) e a Eli Lilly and Company do México assinaram um acordo de colaboração com o objetivo de fornecer tratamento para pacientes diagnosticados com doença de Alzheimer em estágio inicial.

 

Estiveram presentes na assinatura deste acordo o Dr. Ángel Antonio Arauz, Diretor Geral do INNN (Instituto Nacional de Neurologia e Neurocirurgia); Rubén Ortiz, Diretor de Acesso e Assuntos Corporativos da Lilly LACAM (América Latina e Caribe); o Dr. Carlos Arturo Hinojosa, Chefe da Comissão Coordenadora dos Institutos Nacionais de Saúde e Hospitais de Alta Especialidade; e Bernardo Damm, Diretor de Assuntos Governamentais da Lilly México. Este acordo representa o compromisso de ambas as instituições com o desenvolvimento científico e a prevenção da doença.

 

“Este acordo representa um passo significativo para a promoção da pesquisa clínica e o desenvolvimento de novas terapias, permitindo que os pacientes tenham acesso a tratamentos inovadores”, comentou o Dr. Ángel Antonio Arauz. A assinatura deste acordo é mais um passo para aumentar a conscientização sobre a doença, visto que apenas 17% dos casos de Alzheimer são diagnosticados precocemente.

 

Historicamente, a diferenciação do Alzheimer não era uma prioridade, pois não havia tratamentos específicos disponíveis. Hoje, os avanços em biomarcadores e neuroimagem permitem a detecção da doença de 15 a 20 anos antes do início dos sintomas clínicos. “Tanto o INNN quanto a Lilly buscam promover a troca de conhecimento e a geração de evidências científicas, contribuindo assim para o avanço da medicina no México e na região”, observou Rubén Ortiz.

 

O Dr. Carlos Arturo Hinojosa, chefe da Comissão Coordenadora dos Institutos Nacionais de Saúde e Hospitais de Alta Especialidade, declarou: “A assinatura deste acordo é fundamental para o fortalecimento da assistência médica especializada no México e para a promoção da pesquisa clínica. Representa um compromisso conjunto para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e impulsionar o desenvolvimento de novas alternativas terapêuticas para os Institutos Nacionais de Saúde do país.”

A colaboração entre as duas entidades está totalmente alinhada ao atual Plano Nacional de Desenvolvimento, que prioriza a incorporação da inovação por meio da pesquisa e do desenvolvimento clínico para tornar o acesso a novos medicamentos para a população mais rápido e acessível, além de fortalecer o sistema de saúde mexicano.